"Lied Vom Kindsein"
(Canção da Infância)
Als das Kind Kind war...............................Quando o menino menino era,
ging es mit hängenden Armen,.................ele caminhava com os braços balançando,
wollte der Bach sei ein Fluß,......................ele queria que o córrego fosse um rio
der Fluß sei ein Strom................................o rio uma correnteza
und diese Pfütze das Meer........................e essa poça um oceano.
Als das Kind Kind war, ............................... Quando o menino menino era
erwachte es einmal in einem fremden Bett...........ele acordou em uma cama estranha
und jetzt immer wieder,............................................e agora ele faz isso sempre,
erschienen ihm viele Menschen schön...................Muitas pessoas pareciam bonitas naquela época
und jetzt nur noch im Glücksfall,.............................. e agora apenas poucas, com alguma sorte.
stellte es sich klar ein Paradies vor........................Ele tinha uma noção clara do Paraíso
und kann es jetzt höchstens ahnen,.........................e agora se por acaso pensa nisso
konnte es sich Nichts nicht denken.........................não consegue nada visualizar
und schaudert heute davor.......................................e agora apenas suponhe á respeito.
Als das Kind Kind war, .................................... Quando o menino menino era,
warf es einen Stock als Lanze gegen den Baum, .................. ele jogou um graveto como um lança em uma árvore,
und sie zittert da heute noch. ..................................................... e a LANÇA ainda vibra lá hoje.
ESCREVENDO
(ou como esqueço as coisas)
HOje, deitado no sofá da sala do meu pai, bem relaxãdo, soberano coçando a barriga, olhava quase de ponta-cabeça para os livros na estante. Nem lembro dos livros, só das cores. Tampouco lembro de algumas idéias maravilhosas que tive para histórias ali deitado. Pena, foi um momento de tranqüilidade, escutando uma banda qualquer na vitrola, sentido o cheiro do café sendo passado, alguma voz indistinta na rua ali embaixo. E o pior é que eram idéias boas, caceta; daquelas dignas de se anotar para desenvolver depois. Apenas lembro que queria lembrar delas. Ao menos lembro de alguma coisa, afinal.
'Eu devia era ter um caderninho para essas coisas"
Burro, estava com um caderno ali ao lado, mas nãaaao...o cérebro esclerosado queria um cader-ni-nhooo.
Caderninho, ainda assim, devo andar. Para anotar frases soltas das pessoas na rua, bem coisa de filme. Coisas que os amigos dizem também; frases que se lê em cartazes, nos muros. Todas essas coisas que pulam nas nossas olhotas todos os dias.
E pra anotar possíveis xingamentos pras pessoas, assim, em categorias: cornos mansos, amigos abusados, flertes da xota apertadinha, patrões folgados, colegas bunda-moles. Porque cedo ou tarde vão te decepcionar, meu rapaz. E tu vai ter que sodomizar verbalmente as pessoas, meu rapaz; ou te sodomizarão de outras formas, e não de forma delícia, meu rapaz.
Mas aí na falta de um caderninho eu podia fazer muito bom uso de uma serra-elétrica, ou esmiril, coisa que o valha.
E não que, pô, eu tenho um cataplasma desses á mão? Aqui nos fundos, meu amiguinho de anos me tirando o sono, propiedade do meu vovô querido.
Passei a tarde toda serrando...COISAS. Tri massa.
Por diversas vezes imaginei serem...pessoinhas. Mais afuderes ainda.
Acho que vou convidar as pessoas para virem aqui em casa compartilharem da super serra afuderes.
Como espectadores...ou atores.
sutil.
Teu lábio superior, ainda um mistério.
Procuro-o, cerco-o. Ainda um mistério.
(sobre estradas e o clima lá fora)
será que vai chover?
como foi de viagem?
sem risadas
sem cumplicidade.
adeus.
THE LOST ART OF KEEPING A SECRET
Acordei aos poucos com a porta do quarto aberta, a luz da cozinha esquecida acesa inundando gentilmente o
átrio de minha alcova. Emergi do meu sonho lentamente, como se avisado por todos os personagens oníricos,
aos sussurros: "ficamos felizes com tua visita, volte mais vezes". De fato, havia sido uma visita agradável. Conversei com duas garotas que pediam músicas ao invés de pratos, e um amigo mais velho de longa data long departed estava lá também. Conversamos os quatro sobre bobagens, brincando com o fato que o restaurante havia ganho balcões e paredes que nenhum de nós havia notado.
Lentamente despertando, o calor da cama convidando a ficar deitado, ainda mais com o frio que parte do meu rosto sentia. Mas aquela vontade cretina de mijar veio junto com um leve enjoô. Havia jantado e terminado a contragosto um trabalho. Deitei cedo naquela noite, dormi rapidamente. Uma dor de cabeça que vinha se moldando ao longo do dia forçosamente abrindo caminho, mais e mais. Agora que ela havia sumido, esse enjoô e essa mijadeira.
E meu celular registrando uma mensagem não lida.
O carro parou passando por cima de poças d'água ao longo do cordão da calçada. Aquele som áspero de barro e
pequenas pedrinhas sob a pressão dos pneus, adorável. Um lembrete a mais de que havia chovido, a umidade ainda
presente no ar. Noite fria, eu me aproximo do carro em sincronia com sua total parada.
"Recebeu minha mensagem, né? Bom menino...espero não ter te acordado. Se aprontou na hora. Eu não ia te
chamar. Ia passar reto se tu não estivesse aqui, prontinho."
Quase não escutei o que ela disse. O perfume dela, dominando totalmente o interior do mercedez, emanado para
rua. O rádio tocando baixinho, baixinho...quase acreditei que pude escutar o som de suas pálpebras contra os olhos úmidos.
("Como em um sonho...parece que dormimos e esquecemos o caminho de casa, mas rapidamente isso deixa de ter
importância. É como se alguém continuasse a nos pagar vinho em uma taverna acolhedora, com pessoas rindo, mesas de madeira, a lareira acesa em uma noite gelada de inverno."
Ao que parece, meu amigo referia-se a aceitação dos pequenos absurdos de um sonho, como o fato de que ali na rua a geografia da cidade obedecia os caprichos de quem sonha, com prédios, praças e pessoas de alhures satiricamente dispostos onde "não deviam".)
Horas antes...
Somente a sola de seus sapatos, embranquecidas por desgaste e por aparente caminhadas em canteiros de obra (somente isso para explicar aquela cor branca de cal) destoava de seus trajes todos negros. Calça risca de giz, casaco curto, camisa com babados. Os cabelos loiros naturais presos, desprovendo de moldura aquele rosto fino de queixo quadrado, nariz fino e pequeno.
Pernas cruzadas a viagem toda.
E eu ali, sentado em frente dela, desejando todo aquele sapato dentro de minha boca.
Mas naquela noite, dentro do carro, sabia sapato algum entraria dentro de minha boca. Era mais uma vez ombro amigo de uma vagabunda.
(a luz vinda de fora, inundando minha alcova. Aos poucos, aos poucos...quero-a de volta)
HANDS IN THE DARK
(touch and depart)
De repente eu seria outra pessoa, ao dobrar aquela esquina em direção ao metrô, apressado pela chuvinha fina que prenunciava algo mais forte dentro em breve. A cada passo mais alto, mais magro, mais ereto, cabelos mais escuros, olhos mais claros, semblante mais amadurecido. Desceria as escadas em quase pulos passo a passo, deslizando de um degrau ao outro. Pensamentos deslizando do temor urbano, sempre evocando canções cadenciadas e de versos de força, para uma cândida contemplação dos personagens metropolitanos a minha volta, a candura do cotidiano no encerrar de mais uma noite de volta ao lar, sem ansiedades, sem frios na barriga a cada aproximação. Apenas a análise ocasional do andar desse e daquele vendedor ou engenheiro, do perfume desta ou daquela estudante ou secretária, a conversa em tom baixo daquelas duas senhoras, o olhar curioso e cúmplice de um menino ao lado de seu pai. Pensar, olhar, respirar junto com eles, todos perdidos em seus momentos passageiros. Viajaria com eles para seus lares apenas em minha mente, agora e durante a jornada de metrô e, momentos mais tarde, fitando por fim o teto de meu quarto, daria boa noite a todos eles, no prolongar de minha presença quase intrusa em seus lares.
(see no evil)
Der repente eu seria outra pessoa, sentado ao balcão daquela lancheria 24h, tomando café com leite e abstraindo o televisor ligado atrás de mim. Seus murmúrios em mono compactados em suas pequenas saídas, sua textura luminosa, preto e branca não totalmente sublimadas, ainda ali, como que um vouyer de silício. Aos poucos ao meu redor, serviria de palco, amante e confessor noturno. Mas não a mim, já em colóquio misterioso com os grãos moídos, a água quente, o leite; o vapor sexual a permear minhas narinas. Minha segunda xícara da noite, minha terceira ereção em pouco mais de uma hora, fitando apenas as luzes difusas do pequeno e antigo televisor refletido no encardido espelho atrás do balcão. Minha amante noturna, ali, em sintética presença, observando-me por cima de meu ombro. Sua voz difusa, difusa, difusa, andrógina. Deslizando pelo espelho, esta noite. Beijando-me a curta distância.
(a paixão dos amantes)
De repente eu seria outra pessoa, no escuro, olhando a janela. O vento prenunciando uma tempestade, as folhas voando, circulando como que em côrte na minha janela antes de voarem em espiral para cima ou para baixo. Sentado, cabeça apoiada nos braços por cima dos joelhos. O deslizar do vento sobre o vidro, o beijo de um amante ao frio toque da areia transformada pelo calor. Filho do calor, porém tão frio ao toque. O vidro da janela, único entreposto entre eu, as folhas dançando a meia altura, e o abraço malicioso do vento, convidando-me a buscar, lá fora, o anseio desse sonho desperto, dessa insônia deserta.
(é para os mortos)
De repente eu seria outra pessoa, dançando na sala, com o toca discos de meu pai como regente e as velas nessa meia-luz como espectadoras. Canções de outrora tão ávidas como o agora, consumindo minha percepção do "eu", me tornando "teu", teu, teu. Minha sala, agora não mais ela, mas sim dela - como tudo nela: televisor, sofás, livros... ah, cadela. Dançando, passos gentis, um quase bolero em câmera lenta, corpo junto ao corpo, olhos fechados. O som do francês indo e vindo, o alemão esvaindo, entremeios de meus (nossos) passos nesse interlúdio á meia-luz.
Aquele toque, frio e insincero, como de uma luva de couro na minha face. A ponta dos dedos, apenas a ponta, lentamente se aproximando, como vindo de quilômetros de distância, retendo-se perigosamente perto de minha pele em uma quase eterna antecipação. Nessa breve eternidade o mundo silencia, as velas apagam-se, e escuto apenas tua mão (por deus, a ESCUTO). Por fim, o toque... leve, leve, leve.
(lá fora, passos na calçada úmida. Tão escuro.)
Quase
inexistente.
Breve.
(e eterno)
E meu corpo desabando
aos teus
pés.
(tua mão enluvada novamente longe, longe)
Como ser eu? Não, impossível. Sublimar-me poderia, por fim. Teu coração aberto, e eu sendo teu escravo por fim. Teu lado sombrio revelado esta noite. Sim, eu abraçaria. Porém, com teu lado fraco revelado esta noite... por Deus, o que eu faria?
De repente... seríamos.
Testemunhas. Cromáticas.
(no escuro)
Your favourite half-light
(Am I) Your favourite consciousness?
(Am I) Your favourite slave?
fragmentos de um diário em uma metrópole/personagem
4. I'm hanging on your words
Quase uma semana. Não sei precisar os dias, mas sei que já se passou quase uma semana. Sei dizer isso pelo intervalo dos acontecimentos rotineiros na avenida. Pelo número de noites que vejo penetrarem por estas eternamente fechadas venezianas posso dizer que sete dias quase já se passaram. Na manhã seguinte a minha chegada uma pequena bandinha marcial se juntou em frente ao imenso prédio ao nosso lado. Tuba, trompete, clarinete...um ou dois instrumentos percussivos. Alegre chegada.
Agora acredito que a volta de tais músicos será para anunciar em tom jocoso minha perseverança em insistir em antigos erros, just for the kicks of it. Like a trrrrue rrrrussian herrrro.
Nestes últimos quase sete dias não saí mais do apartamento. Sei que minha companhia sim, mas só estou vivo com ela por perto; durante todo o resto do tempo minha mente dorme, meu corpo morre, minhas percepções adulteram o espaço-tempo. Vivo apenas nos entremeios da tua voz, das tuas palavras...da tua risada rouca e de suas frases em tom áspero de palavras doces. Tua suave inocência mesclada a tua ríspida vontade de (sobre)viver. Teu anseio de ir em busca do tempo perdido, de se ver livre das inseguranças que a perseguiram. De calçar os mais altos dos saltos - majestosa! - e PISAR no mundo a teu redor.
(walk all over me, please....mangle my feet, hit me with a stick. All I got is a guitar pick)
Já não tenho mais nada. Só tua voz. E tuas palavras. Tuas declamações de anseios, de paixões não resolvidas, caladas por nossos beijos, abraços e suspiros. Nossa troca de transpiros, nossa renovação adiposa, nossa comunhão química - intensa, abjeta, sublime - em meio a teus pedidos de socorro e tua demonstrações sádicas de (des)afeto.
Tua vontade nada escondida para que eu te guie. Para que eu te alerte.
Tuas demonstrações apaixonadas pela terceira pessoa do singular. E eu aqui tão segunda do plural - mas querendo-te apenas para o "eu"....
Sete dias...perfeição. E porque perfeição? Mesmo em frente a essa minha agri-doce lamúria? Ora, porque:
(segue um longo trecho rasurado)
Il Pleut Sur Santiago
(um momento perdido no tempo, immer für immer)
Em algum lugar do passado, e talvez do futuro, endereço sinceras palavras de um talves esclarecimento.
A todos os atos não consumados
A todos os amigos injustiçados
A todas as noites desperdiçadas
A todos aqueles mal-fadados momentos de misericórida
A todos os versos declamados
A todas ruas percorridas sem rumo, cima-abaixo
A toda minha herança portenha (ferrenha)
A toda minha herança teutônica (lacônica)
A toda minha herança francesa (asperezzzza)
A todo eu...agora, ontem e...quiçá?
Um brinde
Um abraço
Um beijo
Um aperto sincero de mão, não apenas um complemento em vão
Um recuerdo afetuoso - alhures de ser "amoroso", enfadonha definição
Te amo
Te desejo
Te toco e te sinto
Mas sei que, apesar de dizer "não minto"
Jamais acreditarás plenamente
Que te amo, respeito e admiro.
Criança perdida no ontem, ainda em devaneios sobre o amanhã;
(quem será, quem será?)
Yo, ich, moi
EU.
te quiero
Ich liebe Dich
Je t'aime
(ah, o narciso involuntário...)
Cometa os mesmos pecados
Rogue-se dos mesmos afagos
Cale-se frente ao mesmo petardos
Fale mesmo quando não solicitado
Viva. Viva intensamente, mais uma vez...não faça igual, faça PIOR.
Estarei aqui para receber-te, mais uma vez...e mais uma vez...e mais, mais, MAIS uma vez...
Siempre para siempre
immer für immer
toujours pour toujours
Sempre e sempre.
(do sempre teu, F.)
A strange game.
The only winning move is not to play.
(At all)
fragmentos de um diário em uma metrópole/personagem
1.it's happening (is that so?) now
Ontem eu andava olhando os arranha-céus em uma grande avenida de uma das maiores metrópoles do planeta. Olhava apenas para o alto, aqui e lá, para frente e para os lados, jamais me detendo nas pessoas ao meu redor, quiçá encarando-as nos olhos. E como naquela estranha sensação que se tem de saber quando há mais alguém em casa mesmo sem escutar ou ver, sabia que me encaravam. Me analisavam de cima a baixo, como uma figura exótica a seu habitat. Andando solitário por aquela avenida de tantos sotaques, formas, cores, texturas, odores, ruídos e tamanhos...tantos "ser" e tantos "estar", tantos "aqui" e tantos "por vir". A cima e aos meus lados todos e tudo ia e vinha.
(aquela propaganda com aquela moça naquela outdoor gigante. Estranha porém óbiva semelhança com a personagem/pessoa no meu quarto, poucas quadras lá atrás)
Helicópteros passando sobre minha cabeça como em um filme sobre o Vietnã e todas essas pessoas indiferentes a eles. Todavia eu sou alguém - ou alguma coisa - ao qual/ao que não se pode passar indiferente. Réptil, réptil, banhando-se ao sol.
(horas mais tarde, ao anoitecer, a mesma personagem/pessoa no meu quarto indagaria se algo havia de errado com ela, pois todos a encaravam, sempre, todos os dias. E distanciavam-se de nós. Répteis, répteis, uma dupla/casal de sangue frio)
Nessa grande avenida havia tudo a disposição, a qualquer hora. Havia todos, a qualquer hora. Ainda assim me sentia a última pessoa/coisa a caminhar sobre a terra. Tantas vozes em tantas língüas e sotaques, fundindo-se umas as outras. Todavia me mantinha calado. Dirigir a palavra a alguém dias antes havia se mostrado estranho, para dizer o mínimo. Minha procedência era identificada na hora, gerando misto de estranheza, admiração e respeito. Algo peculiar, lúdico aos olhos dos outros; como se minhas palavras fossem a justificativa reconfortante aos meus interlocutores do PORQUE de eu ser "daquele jeito."
(luz entrando pelos entremeios das persianas das grandes e onipresentes janelas da sala/quarto. A personagem/pessoa ao meu lado na cama, em devaneios anglo-franceses. Alva pela contra minha alva pele. Um sotaque que passei a amar em apenas três segundos após anos de desconforto. O som do ventilador ligado...feels like home)
O quarto/testemunha era um mundo paralelo ao já mundo paralelo lá de fora. Lá fora...estranho. A poucos passos, mas ainda assim tão onírico daqui parecia, com suas sirenes, gritos, ronco de motores, murmúrio distante de pessoas. A Deusa-Noir que me fatigava a alma ia e vinha, mas jamais me preenchia. Eu parecia, por outro lado, retribuir a essa personagem/pessoa que ela se apoderara na mesma moeda: minha devoção não era suficiente. Mas eu ainda haveria de testar minha fé...
Same old truth, jealous of youth
(INTERROMPEMOS A PROGRAMAÇÃO PARA UM ATAQUE DE BIXICE)
Tomei a decisão de não mais correr atrás de sexo. Nem de afeto.
Pronto.
Começo a compreender realmente como funciona o mecanismo do vício - seja lá a substância. E essa compreensão se deve a minhas pequenas neuroses com relação as pessoas, mais especificamente a todas aquelas apetitosas criaturas que eu não possa ter sob minha esfera de influência ou mera reciprocidade de atenção. Em um contexto levemente diferente eu poderia ser classificado com um velho tarado.
OK, antes que o querido leitor pense que eu estou aqui declamando meu (suposto) amor por donzelas pueris, rogo em esclarecer que na verdade o que me aflige é a mania em NÃO me convencer que certas coisas simplesmente não foram feitas para darem certo (da maneira como desejamos).
Misto de embabacamento (que vem do "babaca") com sonho utópico de querer ajudar as pessoas através de uma possível retribuição afetiva, eu não perco, por exemplo, essa tendência a ser o ombro amigo de algumas donzelas. Uma dádiva/maldição que me acompanha desde pequeno, onde as mocinhas me vêem com melhor AMIGAAAAN delas, declamando todas as mazelas de seus viveres como se eu fosse um Messias ou algo igualmente salvador. E isso mesmo, amiguinho: quase SEMPRE as mazelas envolvem outros machos que não eu, obviamente.
Então pra qualquer um que olhe pra minha cara, me diga porque eu de fato não sei: O QUE me torna tão apetitoso como receptáculo das reclamações sobre a falta de habilidade de outros pingoludos em fazerem vocês donzelas gozarem de acordo com as escrituras (leia-se revistas femininas)?
Antes eu até pensava em fazer mind fuck com essas amigans, visando obviamente uma bela bimbada beeem no meio do rêgo das mesmas. Mas agora - depois dessa noite em particular...essa aqui mesmo, em que digito isso - eu larguei de mão. Ah, tomar no cu. Só punheta salva!
Eu quero é COMER vocês TUDO.
(e tristeza de MEU viver...é preciso eu me meter em meio várias criaturas pueris para lembrar de como as coisas eram dantes, e como elas jamais mudaram de fato.)
(E AGORA, DE VOLTA A PROGRAMAÇÃO NORMAL)
Lovesong
(no matter words I say)
Fatos.
Alguém pode impedir que a noite dê lugar ao dia? Talvez apenas Kal-El em uma de suas voltinhas básicas ao redor do globo terrestre evitando a concretização de mais uma catástrofe ao redor de sua sexy fuck-doll Lois Lane. Então para todos aqueles que não nasceram em Krypton ou em outro planeta similar não adianta chorar se depois daquela frondosa verniságe regada a vinho Garibaldi - tava pensando que era vinho do Porto? - filtrado doce - tava pensando que era Chandon? - o cidadão se depara com uma gostosona em igual estado de felicidade e a pega de quatrão beeem bolado na pica desprovida de resguardo, já era. Descobre que, na melhor das hipóteses, a gostosona era Beto - tava pensando que era Betty? - e graças a Satã não vai te agraciar com um herdeiro. Sem voltinhas ao redor do planeta pra ti, meu amigo.
Well, pode vir uma aids beeem bolada, mas aí são outros quinhentos.
(whenever i'm alone with you
you make me feel like i am home again )
O que fazer, então? Carpe Noctem, de preferência com um gravador pendurado no pescoço para futura análise dos acontecimentos, conforme a cartilha Gonzo de Hunter Thompson. Grave tudo, tudo mesmo: seu pigarro, suas piadas sem graça, a conversa da mesa ao lado, o peido daquela ruivinha sardenta que comeu muito pepino antes de sair de casa, o som da descarga daquele WC podrão que tu barrocou sem papel higiênico disponível - a não ser aquele que pego da lata de lixo. Tudo, pois felizardos são os que não cometem os mesmos erros no futuro. Mais felizardos ainda são os que repetem os mesmos acertos. No meio de tanta cagada - sem trocadilhos aqui, amigos - certamente se encontrará algumas belas bolas dentro. Lembrar delas é que o problema, como eu dizia.
(whenever i'm alone with you
you make me feel like i am whole again)
Já faz algum tempo que eu tenho esse desejo secreto de voltar a ser criança, mas com toda a sabedoria adquirida - será? - até aqui. E nem precisa ser aquele tipo de retorno fantástico no tempo em que se decora os números sorteados na loteria. Bastaria que eu me visse novamente em frente a TV com meus bonecos do GI Joe e do He-Man assistindo a Xuxa com o o volume mais baixo esperando a hora dos cartoons. E eu brincaria, ah COMO eu brincaria. Nenhum condicionamento mental imposto magicamente seria necessário para me atiçar a colocar meu Cobra em ferrenha luta mano-a-mano desarmada com meu Snake Eyes (e seu cão). Se eu ainda tivesse esses bonecos hoje eu estaria com eles sempre no bolso e, ao menor sinal de papinho furado das donzelas presentes a mesa (de bar), os colocaria em ação com todas as onomatopéias e movimentos mais rápidos que a luz característicos. Os copos seriam os silos, as garrafas os mísseis e as donzelas górgonas gigantes desprovidas de intelecto que ameaçam toda a paz na macho-mirim-lândia.
"POOOOM! PAAAAAM! PRRRRRRRRR-UUUUM! Tome isso sua górgona tetuda!"
(whenever i'm alone with you
you make me feel like i am whole again)
A grana que eu não ganharia na loteria por não decorar os números eu ganharia com minha ssssuuuuuperrrr banda avant-garde de som anos 80 discopunk, montada em plena...err...década de 80.
Hmmmm...pensando bem não é uma idéia tão boa assim para um viajante do tempo. Fuuuuck.
Não decoro nem os números do LOST, que é uma coisa tão importante, o que dizer de números da loteria?
(whenever i'm alone with you
you make me feel like i am young again
whenever i'm alone with you
you make me feel like i am fun again)
Então, em face a esse inexorável avanço do tempo:
Eternamente apaixonado por ti, meu pequeno garoto loiro. E essa saudade a me apertar o coração a cada nova noite de forma quase sufocante.
Quase...me desintegrando.
(however far away
i will always love you)
It's such a drag to use pontuation correctly in french
(don't ya think the same?)
Todos estão passíveis de passar pela experiência do dejà-vú uma vez que outra, e não é preciso estar sob medicação ou ter enchido o latão com red bull e tequila. Ele vem ao natural, assim, como a brisa de verão ou o arzinho que vem do WC ao se abrir a porta. Ou seja, pode ser uma sensação boa ou ruim - ainda mais se um ataque químico a base de feijões e ovos tiver ocorrido no referido WC. E quem aqui não achou todas as moçoilas na festa a mesma depois de alguns copázios da tal tequila com red bull, esperando na fila do WC? Dependendo da festa isso é bom ruim: em meio a betrada de uma gafieira o nobre leitor desse blog pode sentir-se out of place, mas no carnaval da primavera do Leopoldina Juvenil ele vai desejar pegar o telefone do poodle das nobres donzelas com distúrbios alimentares estudantes do Colégio Anchieta.
(viu? Eu SABIA que vocês todos nunca viram um pobre na vida. Foram todos a Disneilândia com a Tia Iara e acham que conhecem o mundo)
Dejà-vú é bom ou ruim quando se bate punheta para a meeeesma pessoa imaginando a meeeesma cena hard core atroz na mesma semana? Para aqueles que não se entediam facilmente é uma excelente pedida, mas particularmente já prefiro incrementar a bronha um pouco mais, ainda que a protagonista se mantenha fiel as minhas devassidões mentais. Mudo a cor da calcinha, a iluminação do cenário, a quantidade de urina despejada na goela, o aroma das privadas entupidas, essas coisas. Uma mexidinha no cenário ou na intensidade da pegada pode operar mi-la-gres no onanismo nosso de cada dia
(e cada dia, e dia, e dia, e dia, e...)
Esses dias me peguei imaginando uma violência anal com uma ex namorada minha que, nos late days do nosso namorico, resolveu não mais abrir as pernocas. Então desde lá tenho esse desejo reprimido de dar um porrão nela de tequila com tequila e chamar mais um mendigo aleatório na rua pra fazer um double plugging na cidadã. Obviamente ela consentiria com isso, já que na minha pueril fantasia ela sentiria o odor milagroso das fimoses secas do nosso street fighter e ficaria toda assanhadinha.
"Calma, rapazes, eu sou apenas uma", ela diria, enqüanto esvaziava o conteúdo dos escrotos em seus nobres orifícios.
Mas aí lembrei que cada cabeça é uma sentença e, mesmo em meio a meus delírios masturbatórios no coletivo público, o cidadão fimosente poderia muito bem sofrer de ejaculação precoce e ir atacar a geladeira mais cedo do que eu pensava. Muito broxante isso. Ele poderia até mesmo pensar que o convite para "comer uma perereca" fosse literalmente isso, ingerir carne de rã. Who knows?
Me parei a rir frente a hipótese disso acontecer freneticamente dentro do trem, causando rebuliço na moça que insistia em apertas minhas nádegas como se elas fossem mangas na fruteira.
(leve dejà-vù da noite anterior quando, na fila do WC do bar para esvaziar minha bexiga da tequila com tequila e tequila que eu tinha bebido uma nobre representante das colônias me apalpava com suas mãos obesas, sem cerimônias.)
Dejà-vú é na verdade uma questão de semiótica, uma aplicação de Gestalt em nossa mente. A ausência de formas ainda assim constrói uma imagem representativa. Mesmo um borrão na parede, se levemente inclinado a ser uma forma humana vai nos remeter a uma forma humana, tais quais aqueles bonequinhos nas portas dos WCs: ômis pra cá, muiéres pra lá. Ou seja, é só querer.
E a semiótica entra quando aplicamos essa coisinha fofa que é a Gestalt. Não basta o cidadão ser um puta artista pra pegar o pau na mão e esfregar na cara da donzela; ele tem que fazer isso com uma técnica eficiente. Cada caso é um caso. Mas a Gestalt é a mesma.
(Ou GESTAPO, como amigo meu enlouquecidamente riu quando eu expliquei a ele a diferença entre Gestalt e Gestapo. Suas saudações nazistas durante o resto da noite, em meio a lágrimas de alegria, me fizeram acrecentar mais red bull a minha tequila).
"A tênue linha entre comer alguém e ir pra cadeia"
Uma vez li um conto que retratava a vida em uma ilha onde dinossauros humanóides viviam em uma evoluída sociedade de filósofos. Mesmo o mais carnívoro e fodão deles podia ser considerado a epítome do pensador moderno. Certamente te faria pensar por horas - e talvez dias - sobre os assuntos tão sabiamente colocados em pauta, mesmo em meio a carnificina generalizada ou na sagrada hora do cidadão reptiliano defecar um caminhão de bosta. Se porventura ele resolvesse debater amigavelmente a cerca dos mistérios do universo enqüanto copulasse violentamente com a patroa, no problem: mais uma pérola da sabedoria seria entregue aos vis porcos que porventura ali estivessem. Difícil pensar isso ser possível, quando se sabe que a conversa seria prejudicada por tais afazeres domésticos. Afinal, quem conseguiria falar adequadamente esmurrugando a buceta da patroa?
Simples. O segredo de tais répteis é que eles não falavam. Toda a comunicação se processava através da alteração das cores no corpo dos mesmos. Uma vez que se aprendesse a decifrar tais mudanças cromáticas, belezinha: "pode meter ferro na boneca que eu tô seguindo tua linha de raciocínio, garotão!"
O mais próximo que eu conseguia chegar disso na vida real, durante a puberdade, era ficar de pau duro sem a menor vergonha na frente de donzelas e deixar que os sinais transmitissem minha mensagem. A alteração na cor de suas faces era o feedback que eu precisava. Para meu regozijo algumas vezes essa conversa era deveras produtiva, já que eu podia me aproveitar da curiosidade maliciosa de gurias mais velhas em molestar garotinhos.
(uma dessas biscas em questão tinha 20 anos e eu 12. E ela me alisou todinho enqüanto eu meio que praticamente desmaiava de dor de cabeça na casa do meu colega de 6º série, na cama)
Era pá e pum! Pau duro, olhares atentos, cara de sem vergonha: era vai ou racha, sem meio termos, sem meias palavras, sem contratempos. Mas aí eu fui ficando mais velho e a coisa foi se complicando. As moçoilas começaram e esperar eu eu falasse alguma coisa pra testar meu intelecto. Porque vocês sabem, se o cidadão não tem uma chave de carrão balançando nas fuças delas, o intelecto é só o que resta.
(sorte minha é que a chave do portão da minha casa agora parece a chave de um volvo pauladão, no formato e no logo)
Mas falar dá nos nervos, cansa pra caralho. Ainda mais quando se pega uma putinha argumentativa pela frente, disposta a brincar de mind fuck com todas as palavras que tu diz, num claro esforço para se excitar "mostrando" que é sabichona e, por que não, ver o tamanho do pau do cidadão frente a capacidade (ou paciêêêêênnnnciaaaaa) de argumentação do mesmo.
Sinceramente, não recomendo essas fodas. Gasta-se neurônios demais e calorias demais, ambos deveras necessários no momento do coito em si. Socar uma bronha é mais recomendável.
Mas nem tudo está perdido. Como eu já expliquei anteriormente por aqui, o sexo dos jovens adultos com acesso a internet atualmente permite toda uma corte e adulação virtual, com recadinhos e meias palavras mil. Assim o cidadão pode entrar no joguinho das fêmeas empertigadas com mais tranqüilidade e conveniência: mais tempo pra pensar no que dizer e, se a coisa ficar irritante demais, sempre se pode "desligar na cara" da infeliz.
(bate a assopra, infalível)
O melhor exemplo de como se comunicar como os dinossauros supra-citados é chegar na moçoila já calcinada pela trova virtual e corte silenciosa na festa, no fim da noite, quando ela está indo pegar o taxi...e entrar no assento traseiro com ela. E, em meio a troca de olhares, rapidamente colocar a mão entre as pernas, apertando e torcendo levemente a quente e (instantaneamente) molhada bucetinha.
E dizer, com toda a naturalidade do mundo, dentro dos olhos: "E o teu endereço sendo...?"
Garanto que no caminho pro AP dela o motorista vai quase colidir, no mínimo, umas duas vezes, admirando a putaria desenfreada que vai acontecer no banco de trás.
GOT IT, boooooooys?
Das Alles Kommt Mit
(in the afterglow...)
Nur So
(you don't even know my name...honeybee)
Posso não ter viajado muito, e talvez conhecer a Disneylândia com a Tia Yara não seja lá uma grande experiência de vida no exterior, mas tenho lá minha cota experiências com hotéis. Na praia ou na cidade, eles são em suma um local para comer, dormir, cagar e trocar fluidos. Dos mais caros e que servem aspargos com champanhe aos mais mulambentos e infestados de baratas - os meus favoritos, esses últimos - não se engane: são todos iguais. Mesmo que o atendente da noite possa te querer comer vivo com o olhar ele certamente vai te tratar como o mais nobre dos príncipes se tu tiver as verdinhas a mão.
(well, teu/tua acompanhante pode ter as verdinhas também. Em geral eu não tenho um puto tostão.)
Mas com verdinhas ou sem verdinhas, o importante é a companhia mesmo. Esse lance de ir pra hotel sozinho e ter como companhia apenas as baratas e uma bíblia é coisa de filme. E filme setentêra, dos mais Charles Bronson. Jurássico, babe. Já ficou demodê, de-mo-rô. Portanto se estiver de viagem, ospedando-se em alguma taverna, trate de arrumar alguém pra dormir junto. E nem precisa sexo, não; basta atitude.
Companhia ideal é uma moça que seja cowboy, que tenha pegada. Daquelas que, por trás daquele cabelo bem tratadinho e pintado com wellaton 666 "vermelho especial" - coroada com um visual Marlene Dietrich da metrópole - tenha uma bodegueira calçada, verdadeira ode ao roadhouse blues.
Do tipo que mata barata a tapa...e lambe a mão.
E é coisa fácil de se achar. Pelo menos eu sempre achei desde a metade dos anos noventa, quase todas as noites, pelo menos três sagradas candidatas a serem ursinhas de pelúcia. Algo como a Hecate etílica fumegada a tabaco.
(go figure)
Porém algumas vezes foi a alguma delas que me achou antes. E nesse momento, babe, não resta o que se fazer a não ser ir de encontro ao inevitável - e bem vindo - café da manhã de graça. E quis o destino que na metade das vezes que fui seqüestrado de uma festa eu tenha ido parar em um hotel da cidade, me permitindo viver uma noite de bonequinha de luxo em Paris sem nem ao menos sair da terrinha natal. Do Everest ao Plaza São Rafael (uhum, não acredita? azar o teu). Daqueles perto da rodoviária ao Blue Towers Flat.
(esse último tem uma coca cola muito gostosa)
E assim como quando criança, onde eu avaliava a qualidade de um balneário pela qualidade de seus fliperamas, avalio uma foda de acordo com a refeição oferecida depois. Se não for boa, eu praticamente vomito no prato que comi, figurativamente falando - e literalmente de for caso de um porre precedente.
As vezes, em meio ao trés-chiquismo de um Blue Towers Flat eu sentia falta de uma barata...ou de uma bíblia.
E de uma donzela para lamber a palma da mão branca com o sangue gosmento.
(ah, a punheta. Ela sim NUNCA me decepciona.)
Ninja Style
(dodge this!(
Para um fã de David Lynch como eu o conceito de dualiadade das coisas não é algo estranho. Logo, gemeos siameses pederastas e clones de ovelhas pansexuais não chegam a me causar assombro. Mas confesso que a semelhanca que uma foto do Diplo - aquele magrao que produz e come o rabo da MIA e Gwen Stefani - comigo me assombrou. Mesmo nariz, mesmo formato de rosto, mesmos lábios. Pode ser coisa apenas daquela foto, mas ainda assim não deixa de ser interessante observar isso.
Impulsionado pelo meu irmão Diplo eu comecei a dar mais atencão aos pequenos sinais sincronicos no meu cotidiano , as chamadas "coincidencias". Em tres dias consegui anotar mais de vinte e sete, escutando música, lendo gibi e zapeando pelos canais da minha TV "paga" totalmente pirata. INCRÍVEL! É uma coisa mais profética legal de se fazer do que tentar ler meu futuro nas fezes ou nas entranhas de cachorros esmagados na BR 116 - que fica na minha esquina, a propósito. Acredito que com um pouco mais de treino eu consiga até ganhar na loteria, sabe. Assim compro a BR 116 e mando fecha-la. Dessa forma consigo ler as tripas dos cachorro achatado mais tranquilamente, sem ter que desviar dos carros em alta velocidade. Isso pode me tornar um tanto molenga, eu sei, mas posso tirar uma folga do meu treinamento ninja de vez em quando. Essa bolada que ganherei na loteria me permitirá ter mais tempo ocioso para tentar encontrar uma resposta mais urgente, referente a essa paranóia do dualismo lynchiniano. Será que todas as groupies de DJs de Porto Alegre são irmãs? Sei de pelo menos duas que me causaram um certo susto em recentes noites passadas. MEDO! E pensar que "furei" uma delas no WC uns mesinhos atrás.
(fire walk with me...to com um certo receio de ter sido contaminado pela fome por Garmenbozia agora, se é que voces me entendem)
Well, se eu não ganhar na loteria seguirei com meu treinamento ninja desviando de carros na BR 116 para poder ler as tripas dos cãezinhos achatadinhos.
E as fezes que concebo nas madrugas insanas, logo após assistir LOST na Globo.
Minhas fezes...são meus filhos! AS AMO!
PS...o teclado que uso nesse momento não está otimizado para seres humanos, logo estou com falta de certas letras e acentos.